segunda-feira, 31 de março de 2014

Virtualização




Virtualização é como é conhecido o processo de dividir um mesmo computador em dois ou mais sistemas operacionais. Antes dedicados a apenas um sistema operacional, com essa divisão, os componentes do hardware passam a dividir sua capacidade de processamento entre a quantidade de sistemas operacionais disponíveis na máquina.
Vale ressaltar que essa divisão é apenas lógica, e não física. Caso a máquina volte a ter apenas um sistema operacional, todos os componentes de hardware voltarão suas capacidades completamente voltadas a esse sistema.

A utilização de máquinas virtuais teve início com os mainframes, grandes servidores do passado, que precisavam de vários programas rodando ao mesmo tempo para dar conta do que foi era estabelecido. Hoje, possuir dois ou mais sistemas operacionais em uma mesma máquina já é acessível a todos os computadores pessoais, que podem instalar programas que administrem as tais VMs, como também são conhecidas. Ainda assim, como as funções do hardware serão repartidas entre os sistemas, é preferencial que o usuário tenha uma máquina com um bom poder de processamento.

Ter uma VM no computador pessoal é muito útil, tanto por causa das diferentes utilidades de cada sistema operacional, como também por prover segurança: em caso de invasão por algum vírus, apenas um dos sistemas operacionais será "infectado". Também é interessante sua utilização como backup do sistema operacional original, caso este precise ser formatado.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Comentário

A tag <!--> serve para adicionar comentários ao código-fonte. Vale ressaltar que esses comentários não serão exibidos pelo navegador, e serão de utilidade apenas para outro desenvolvedor (ou até mesmo para o próprio desenvolvedor) quando for analisar ou editar o código.

É muito útil para explicar a composição do código-fonte, principalmente se este possuir um comprimento extenso.


Exemplo:
<!DOCTYPE html>
<html lang=”pt-br”>
<head>
     <meta charset=”UTF-8″>
     <title>Comentário</title>
</head>
<body>
      <h1>Por Una Cabeza</h1>
      <!—isto é um comentário//–>
</body>
</html>

No navegador:


Sessões

Todas as tags utilizadas para definir sessões se encontram dentro de outra tag, a obrigatória <body>. Cada sessão tem sua funcionalidade, a maioria delas só foram desenvolvidos a partir do HTML 5.

<body> - Define o corpo do documento HTML.

<article> - Especifica um conteúdo independente.

<section>  - Define sessões genéricas em um documento HTML.

<nav> - Define links de navegação.

<aside> - Define um conteúdo, além do conteúdo da página.

<h1>  - Define cabeçalho de primeiro nível.

<h2> - Define cabeçalho de segundo nível.

<h3> - Define cabeçalho de terceiro nível.

<h4> - Define cabeçalho de quarto nível.

<h5> - Define cabeçalho de quinto nível.

<h6> - Define cabeçalho de sexto nível.

<hgroup> - Usado para títulos do grupo.

<header> - Define um cabeçalho do documento ou seção.

<footer> - Define um rodapé de um documento ou seção.

<address> - Utilizado para adicionar informações de contato do autor.


Exemplo:

<!DOCTYPE html>
<html lang="pt-br">
<head>
    <meta charset="UTF=8">
    <title>Sessões</title>
</head>
<body>
     <article>
          <h1>article:</h1>
          <p>Serve para especificar um conteúdo independente.</p>
     </article>
     <header>
          <h1>header:</h1>
          <p>Define um cabeçalho do documento ou sessão.</p>
     </header>
     <section>
          <h1>section:</h1>
          <p>Define sessões genéricas em um documento html.</p>
     </section>
     <nav>
          <a href="/nav1/">Nav1</a> |
          <a href="/nav2/">Nav2</a> |
          <a href="/nav3/">Nav3</a> |
          <a href="/nav4/">Nav4</a>
     </nav>
     <aside>
          <h1>aside:</h1>
          <p>Define um conteúdo, além do conteúdo da página.</p>
     </aside>
     <h1>Cabeçalho nível 1</h1>
     <h2>Cabeçalho nível 2</h2>
     <h3>Cabeçalho nível 3</h3>
     <h4>Cabeçalho nível 4</h4>
     <h5>Cabeçalho nível 5</h5>
     <h6>Cabeçalho nível 6</h6>
     <hgroup>
          <h1>hgroup:</h1>
          <h2>Define um conteúdo, além do conteúdo da página.</h2>
     </hgroup>
     <footer>
          <h1>footer:</h1>
          <p>Define um rodapé de um documento ou seção.</p>
     </footer>
     <address>
        Escrito por <a href="http://por-una-cabeza.blogspot.com.br/">Edilson Filho</a>.
     </address>
</body>
</html>

No navegador:




quinta-feira, 27 de março de 2014

Metadados

Criados para serem adicionados no cabeçalho da página, a tag <meta> fornece os metadados sobre o documento HTML. Metadados são estruturas responsáveis por armazenar diferentes tipos de informação, como autor da página, palavra-chave, descrição da página, data de criação, etc.

Apesar da maioria destes comandos nunca serem exibidos pelo navegador no layout da página, todos os desenvolvedores devem utilizá-los no criação de documentos HTML, pois será muito útil ao browser, aos motores de busca, e a outros serviços da web.

Os metadados sempre serão adicionados entre as tags <head> e </head>.

<head> - Define a seção de cabeçalho.

<title> - Especifica o título, que sera exibido na barra de título do browser.

<meta> - Pode receber diversos atributos que ajudam a descrever o conteúdo do site. Pertence a suas funções adicionar palavras-chave, o autor do documento HTML, a utilização de carecteres especiais, etc.

<style> - Ajuda a estilizar o texto da página.

Exemplo:

<!DOCTYPE html>
<html lang="pt-br">
<head>
   <meta charset="UTF=8">
   <meta name="description" content="Exemplo de metadados">
   <meta name="keywords" content="HTML, metadados, cabeçalho">
   <meta name="author" content="Edilson Lima">
   <title>Metadados</title>
   <style>
      h1 {color:red;}
      p {color:blue;}
    </style>
</head>
<body>
     <h1>Cabeçalho.</h1>
     <p>Parágrafo.</p>
</body>
</html>

No navegador:





Elemento Root: HTML

Apesar de, visualmente, não aparentar ser útil ao usuário comum, a utilização do elemento html no código da página é de suma importância para o browser, pois caso ele precise utilizar a ferramenta de tradução ou síntese de voz, ele não irá conseguir se o idioma não for corretamente especificado. Além, também, de ajudar os motores de busca a filtrarem buscas pelo idioma.


Exemplo:

<!DOCTYPE html>
<html lang="pt-br">
<head>
   <title>Elemento Root: html</title>
   <meta charset="utf-8">
</head>
<body>
   <p>Esta é uma postagem em português (Brasil).</p>
</body>
</html>


No navegador:



quarta-feira, 26 de março de 2014

HTML

HTML (Linguagem de Marcação Hipertexto) é a linguagem padronizada para o desenvolvimento de páginas web.

Desenvolvidos pela primeira vez, simultaneamente, por Tim Berner-Lee, o HTML e o navegador (ou browser) se completam: sem o browser, é impossível a leitura de páginas web. Sem o HTML, o browser é incapaz de ler qualquer outro arquivo.
Vale ressaltar que a popularização da internet só veio após a utilização do Hipertexto, marca registrada do HTML

O W3C (World Wide Web Consortium) é quem padroniza o HTML.


Exemplo:

<!DOCTYPE html>
<html lang="pt-br">
<head>
   <title>Página HTML</title>
   <meta charset="utf-8">
</head>
<body>
   <p>Por Una Cabeza</p>
</body>
</html>


No navegador:


terça-feira, 25 de março de 2014

Topologias - Centralizada e Descentralizada

A conexão entre caixas bancários e o mainframe é um clássico exemplo de topologia estrela.


O termo "topologia" em redes de computadores se designa à arquitetura da rede, a forma como a rede opera em relação a disposição dos componentes conectados a ela. Ao decidir qual o tipo de topologia a ser adotado em uma rede, deve ser levado em conta vários aspectos como a finalidade das operações da rede, o orçamento disponível, os equipamentos necessários, entre outras coisas.

Tornando as coisas um pouco "genéricas", uma rede pode ser definida como centralizada e descentralizada, e como o próprio nome já diz, a diferença entre elas é a presença (ou ausência) de um dispositivo centralizador, no qual todos os componentes da rede estão conectados diretamente a ele, podendo ser este dispositivo um servidor, um roteador, um modem, ou um simples desktop.

Para explicar o tema de forma um pouco mais detalhada, irei exemplificar os dois tipos de redes com duas topologias distintas: a estrela e a bus (barramento).


Topologia estrela:



No maior exemplo de topologia centralizada, a topologia estrela se trata de quando todos os dispositivos da rede estão conectados a um componente centralizador. Em termos de escala, essa topologia de rede pode ser, tanto simples (todos os aperelhos eletrônicos com acesso à internet de uma residência conectados a um mesmo modem), como complexa (caixas eletrônicos de inúmeras agências bancárias conectados a um mainframe).

Topologia bus (barramento):



Um modelo simples de topologia descentralizada, seu baixo custo, além da facilidade de implentar novos dispositivos, torna seu uso ideal para redes de porte pequeno/médio localizadas em uma única instalação. Se a rede possuir um alto volume de tráfego de dados, esta topologia não é ideal.